Câncer de

Próstata

 

Com mais de 68 mil novos casos por ano no Brasil, o câncer de próstata é o mais comum entre os homens, depois do câncer de pele. Descoberto em fases iniciais, as chances de cura são elevadas, atingindo um índice que pode ser superior a 90%. As consultas periódicas com o urologista, portanto, são fundamentais. É na consulta que o médico avalia, pelo toque retal, as características da próstata, e solicita exames como o PSA, entre outros exames.

 

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Tratamentos para o

câncer de próstata

 

Os pacientes que apresentam a doença restrita à próstata devem ser submetidos ao tratamento curativo. Atualmente as duas modalidades mais utilizadas são: cirurgia e radioterapia.

A radioterapia é uma forma de tratamento curativo que vem apresentando melhora nos resultados devido à utilização de feixes de intensidade modulada, em que os órgãos adjacentes são menos afetados. No entanto, estudos de longo prazo ainda demonstram que a cirurgia, em termos de cura, oferece melhores resultados. Além disso, a ocorrência de efeitos colaterais e a necessidade de realizar o tratamento em cerca de 36 sessões faz com que a radioterapia seja cada vez menos indicada.

A braquiterapia, uma das modalidades de tratamento por radiação, é indicada para  pacientes que não apresentam condições clínicas para realização da cirurgia ou que apresentam tumores iniciais e de baixo risco. Nos pacientes em geral, não é uma modalidade muito indicada por não atingir o órgão de forma homogênea.

O tratamento do câncer de próstata localizado mais utilizado em todo o mundo é a cirurgia, cujo termo técnico é prostatectomia radical.

Existem atualmente quatro maneiras de realizar esta cirurgia:

  1. A técnica clássica e convencional denominada de retro-púbica, em que se utiliza uma incisão de 15 cm abaixo do umbigo até o púbis;
  2. A técnica perineal, na qual se realiza uma incisão no períneo (próximo ao ânus);
  3. A prostatectomia radical vídeo-laparoscópica;
  4. A prostatectomia radical assistida por robô.

As duas últimas opções são denominadas cirurgias minimamente invasivas.