A segunda opinião é uma prática ainda pouco utilizada no Brasil, mas pode oferecer ao paciente, especialmente em casos de doenças graves, alternativas variadas de tratamento.
Segundo estudo da Universidade de Harvard, o plano de tratamento inicial do paciente é alterado em até em 90% dos casos.
Através de uma segunda opinião de uma equipe especializada em cirurgia minimamente invasiva, será possível avaliar se a doença do paciente pode ser tratada com a mesma eficácia, mas de uma forma menos mórbida, com melhor recuperação, menos sangramento, menos dor e retorno mais precoce às atividades habituais.